A revista Medicina S/A, uma das publicações mais relevantes de negócios e gestão do setor médico-hospitalar no Brasil, dedicou espaço na sua edição 34 à
Ampliar o atendimento em um hospital privado costuma significar uma coisa: obra. Mais leitos, mais salas, mais equipe fixa contratada, um caminho que exige capital
Toda operadora de saúde opera sobre quatro pilares que raramente aparecem juntos em um único painel: acesso, qualidade assistencial, custo e satisfação do beneficiário. Quando
A doc24 opera sua APS Digital — atenção primária à saúde (APS) totalmente digital — como resposta direta a um problema crônico do setor: a
Quando uma empresa recebe a notificação de reajuste do seu plano de saúde coletivo, a justificativa quase sempre passa pelo mesmo diagnóstico: sinistralidade elevada. O
A sinistralidade não cresce porque os beneficiários adoecem mais. Cresce porque o sistema de saúde não tem uma porta de entrada eficiente e o resultado
O setor de saúde suplementar brasileiro vive um paradoxo. Em 2025, a sinistralidade das operadoras médico-hospitalares fechou em 81,5%, o menor índice desde 2020. E
Para operadoras de saúde, o desafio não está mais em oferecer acesso, está em organizar quem acessa o quê, quando e por qual canal. A
A sinistralidade deixou de ser apenas um indicador contábil para se tornar um dos principais termômetros da sustentabilidade da saúde suplementar. Para as operadoras que
A revista Exame publicou em maio de 2026 uma matéria especial sobre a doc24 e sua visão para o futuro da saúde corporativa no Brasil.